Desoneracao da folha em 2026 e quando vale a pena optar
Entrando em 2026, o tema da desoneracao da folha está cada vez mais estratégico para empresas que lidam com equipes grandes e custos operacionais apertados. A lei 14973 de 2024 colocou o beneficio em uma rota de reducao gradual, que segue até 2027, com encerramento previsto para 2028. Isso significa que a decisao de optar ou nao pela desoneracao deixou de ser uma escolha simples e virou um movimento que pode afetar o caixa e a competitividade da empresa já no curto prazo.
Este artigo explica, de forma simples e direta, o funcionamento da desoneracao, as mudanças que já estão valendo para 2026 e quando ela realmente gera economia.
O que é a desoneracao da folha de verdade

A desoneracao permite que empresas de setores específicos substituam a contribuicao previdenciaria patronal tradicional, que gira em torno de 20 por cento sobre a folha salarial, por uma aliquota menor aplicada sobre o faturamento. Essa taxa, chamada de CPRB, varia geralmente entre 1 por cento e 4,5 por cento.
A ideia original era muito clara: diminuir o custo do trabalho, incentivar contratacoes formais e aumentar a competitividade de empresas que dependem fortemente de mao de obra. Mas o beneficio nunca foi universal. Ele só vale para setores autorizados, como tecnologia, call center, construcao civil, transporte e parte da industria, seguindo regras por CNAE ou NCM.
O que mudou e o que vale para 2026

Com a lei 14973, a desoneracao passou a funcionar em modelo de transicao. De 2025 a 2027, ela deixa de ser total e passa a ser dividida: parte do valor é calculado sobre a receita e parte sobre a folha.
Na prática, isso reduz o impacto positivo que muitas empresas tinham anos atrás. Além disso, o beneficio acaba em 2028, o que obriga qualquer empresa que optar hoje a se planejar para o retorno ao modelo tradicional.
Outro ponto importante para 2026: para manter o direito ao beneficio, a empresa precisa conservar pelo menos 75 por cento da media de funcionarios do ano anterior. Se o quadro cair demais, perde o direito de usar a desoneracao.
Ou seja, escolher a desoneracao nao é só calcular imposto. É assumir o compromisso de manter estrutura.
Quando a desoneracao pode valer muito em 2026

A desoneracao costuma gerar economia real quando:
A folha tem peso alto no custo total da empresa.
Negocios intensivos em mao de obra normalmente se beneficiam mais do modelo sobre faturamento.
A empresa mantém um quadro estável.
Como a regra exige manter 75 por cento do quadro, quem já tem baixa rotatividade sente menos risco.
Há previsibilidade de faturamento e folha.
Se a empresa consegue projetar razoavelmente seus custos e sua receita, a analise fica precisa.
Quando a conta fecha, a desoneracao em 2026 libera caixa, permite mais investimento e aumenta competitividade, especialmente em setores com margens apertadas.
Quando a desoneracao pode nao compensar

Existem cenarios em que optar pela desoneracao pode aumentar custos em vez de reduzir:
A folha é pequena perto do faturamento.
Nesse caso, a aliquota sobre receita pode ficar maior que o custo dos 20 por cento tradicionais.
O setor tem alto faturamento e baixa margem.
O calculo da CPRB pode pesar mais do que parece.
A empresa tem rotatividade alta.
Se o quadro cai demais, a empresa perde o beneficio e pode acabar pagando mais no acumulado.
O beneficio nao vale para todos.
Se o CNAE da empresa nao está entre os autorizados, a desoneracao simplesmente nao é uma opcao.
Com o fim definitivo previsto para 2028, empresas que se apoiam demais no beneficio precisam cuidar do planejamento de longo prazo para nao serem surpreendidas.
O que o empresario deve fazer em 2026 para nao errar
Como 2026 é o ano intermediario da transicao, a decisao precisa ser técnica, calculada e realista. O empresario deve:
Comparar custos com e sem desoneracao.
Projetar quadro de funcionarios para cumprir o mínimo exigido.
Verificar elegibilidade do CNAE.
Planejar o impacto financeiro até 2027 e o retorno ao modelo tradicional em 2028.
Nao existe resposta universal. Em algumas empresas, a desoneracao gera economia relevante. Em outras, pode pesar mais do que o regime tradicional.
Conclusao
A desoneracao da folha pode ser uma boa estrategia para empresas intensivas em mao de obra, estáveis e dentro dos setores autorizados. Mas nao é garantia de economia. Em muitos cenarios, o custo sobre receita pode superar o modelo tradicional, especialmente agora que a transicao diminui o beneficio ano após ano.
A regra é simples: simule antes de decidir. Em 2026, escolher certo significa proteger caixa e evitar sustos no futuro.
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